Veja voluntariado de 2008
Veja Voluntariado da escola
em 2007
Nosso voluntariado em 2006
O 2º Ano do Projeto com o Voluntariado na E.E.
João Baptista Marigo Martins
O Projeto teve a Participação de 28 voluntários
em 2005 e no Ano de 2006 limitamos e selecionamos os voluntários
de acordo com as competências, assim tivemos 17 voluntários
da comunidade, distribuido entre monitoria, digitação
de relatórios e arquivamento de documentos. Também tivemos
parceria com pessoas da comunidade que cumpriram
25 horas mensal de trabalho voluntário na escola devido ao Projeto
Primeiro Emprego do Governo Federal.
Em especial, tivemos o Projeto da Professora Cristiane dos Santos
Silva, que deixou seu escritório para
trabalhar junto a esta comunidade na orientação sexual
de nossos(as) alunos de 5ª série.
Vamos destacar também o Trabalho do Sr. Luis Arturo Mena
Gonzalez, nativo do chile e morador desta comunidade, que dedicou
no trabalho de ensino do espanhol para esta comunidade no Programa Escola
da Família durante este ano.
Mencionaremos também o trabalho voluntário da Professora
desta escola Rosangela Rosa, junto ao Programa Escola
da Família, no trabalho com Teatro, Coral e dança.
Destacaremos também o trabalho voluntario da Professora de nossa
escola Rosilda Campos dos Santos, especialista
em alfabetização, que trabalhou dois dias por semana fora
de seu período de aula para ajudar na alfabetização
de alunos
da 5ª série
PROJETO AMETISTA


OBJETIVOS:
Propiciar aos alunos: Conhecimento e respeito ao próprio corpo; Noções sobre os cuidados que necessitam dos serviços de saúde; Condições para identificar e expressar seus sentimentos, respeitando os sentimentos do outro.
JUSTIFICATIVA:
A pouca atenção dada às aptidões do coração, vem sendo apontada como uma das principais causas das relações frustradas e do descontentamento pessoal que atormentam o ser humano – ser social que necessita de afeto, carinho e compreensão.
Desta forma é fundamental para qualquer pessoa conhecer e cuidar do próprio corpo e através do autoconhecimento desenvolver valores por si e pelo outro.
Atualmente convivemos com a violência 24 horas por dia. Vivemos com medo constantemente de tudo, sendo que o que mais tememos é o próprio ser humano.
Às vezes nos perguntamos: Quando começamos a nos perder? A resposta é óbvia, mas nós nos recusamos a enfrentá-la por causa do medo que paralisa. Ao realizarmos uma reflexão, notamos que começamos a nos perder quando começamos a achar que somos mais importantes do que os outros; quando o dinheiro se tornou nossa única meta; quando colocamos os valores materiais (que são passageiros) à frente dos valores essenciais (que são permanentes).