Projeto em nome da vida (síntese do projeto)

Reutilizar com Arte e Economia
Autores: Profª. Elecy M. C. Bisse
Alunas: Mariana Hellen M. da Silva
Camila Cardoso F. Moreira
Coordenação do Projeto “Em nome da Vida”
Programas: Arvorecer, Expedições Ecológicas, Fazendo o Nosso Papel e Turma Dez
Engª Rosani Franco de Faria Novaes
Parceria:
Secretaria Estadual de Meio Ambiente
Profº Francisco Graziano Neto
Apoio: Instituto Presbiteriano Mackenzie
Diretor Presidente Rev. Marcos José de Almeida Lins
Universidade Presbiteriana Mackenzie
Reitor Profº Drº Claudino Fonteles Manassés
Coordenação do programa:
Engª Rosani F. Faria Novaes
D.E. Santo André
Dirigente: Maria Aparecida Felisberto
Escola: E.E. João Baptista Marigo Martins
Diretor Joaquim Luiz Nogueira
Professor(a) monitor (a):
Elecy Marylene Chaves Bisse
Aluno(a) monitor(a):
Mariana Hellen Martins da Silva
Camila Cardoso Fernandes Moreira

Índice

Pág.
Capitulo I – Introdução.............................................................. 06
Capítulo II – O Papel
2.1 – A História do Papel .......................................................... 08
2.2 – A História do Papel no Brasil ............................................. 10
2.3 – A Composição do Papel .................................................... 10
2.4 – Produção do Papel ........................................................... 11
2.5 – Curiosidades sobre o Papel ............................................... 12
Capítulo III – O Plástico
3.1 – A História do Plástico ........................................................ 13
3.2 – De onde vem o Plástico ..................................................... 13
3.3 – Tipos de Plástico ............................................................... 13
3.4 – A Reciclagem ..................................................................... 14
3.5 – Curiosidades sobre o Plástico ............................................. 18
Capítulo IV – Alumínio
4.1 – A História do Alumínio ......................................................... 19
4.2 – Aplicações do Alumínio ....................................................... 20
4.3 – Ação Biológica .................................................................... 20
4.4 – Alumínio e Saúde ................................................................ 20
4.5 – Curiosidades sobre o Alumínio ............................................ 21
4.6 – Tempo de Decomposição de alguns materiais ..................... 21
Capítulo V – Atividades desenvolvidas na escola
5.1 – Carta ao Inquilino da Terra .................................................... 22
5.2 – Concurso melhor Frase e Poema .......................................... 24
5.3 – Fotos do Processo .............................................................. 25
Conclusão ................................................................. ................... 31
Referência Bibliográfica ................................................... ......... 32

Introdução
Reutilizar com Arte e Economia

O que você tem feito pelo Meio Ambiente?
È engraçado como as pessoas se julgam incapazes de promover ações em prol do Meio Ambiente. Mesmo com as inúmeras campanhas alertando sobre a urgência em cuidar do planeta, muitos ainda chegam a dizer que ambiente é assunto para ambientalistas, ecologistas, menos para eles. Mas, se o homem é parte da natureza e não somente um elemento da sociedade, o que faz pensar que não precisa se preocupar com o meio em que está inserido?
Podemos afirmar que o avanço da era industrial seja um dos responsáveis por essa formação de pensamento e o homem, na sua ignorância, julgou que seria capaz de viver sem se preocupar com os recursos naturais. Hoje a situação se inverte. Mais do que nunca sabemos como é necessária a preservação para continuarmos existindo. E quem nos diz isso é a própria natureza.
Basta observarmos os fenômenos, acontecendo com maior freqüência, como resposta ao abuso do homem na exploração desenfreada dos recursos. Agora, para reverter essa situação (que nem temos certeza se é reversível) cabe a cada um de nós trabalhar para preservar o que nós resta.
Todos somos capazes de fazê-lo e a melhor forma para isso, é começando pelo que é mais acessível como, por exemplo, a nossa casa. Vamos cuidar dela , como se fosse todo o planeta. Cuide para que não haja desperdícios: economia é a palavra-chave e um bom inicio para quem deseja promover grandes mudanças. Por isso, não gaste água desnecessariamente e nem energia elétrica, não deixe luzes acesas ou aparelhos eletrônicos ligados. Outra forma de preservar o meio ambiente é participando da coleta seletiva. Se o seu município ainda não possui, não importa: faça você a sua parte! Lembre-se que pequenas ações são responsáveis por grandes mudanças. Agindo dessa forma, você contribui para a realização de 50% do trabalho. Aos poucos, os municípios que ainda não possuem ações para a coleta seletiva, começam a perceber essa necessidade.
A reutilização do lixo:
Todo lixo que se apresenta misturado parece não ter nenhuma utilidade, mas se nós o separamos ele poderá trazer lucros e benefícios para nós e para o meio ambiente. O processo de separação e recolhimento do lixo denomina-se COLETA SELETIVA. A separação do lixo pode ser feita em casa, nos locais de trabalho ou nas estações de coleta seletiva.
Você faz a separação do lixo na sua casa?

Podemos separar os resíduos em:
• Reutilizáveis;
• Recicláveis;
• Rejeitos.
Reutilizáveis:
São embalagens como caixas ou sacolas plásticas que podem ser reutilizadas, roupas, calçados, móveis, utensílios domésticos ou outros que possam ter, ainda, utilidade.
Recicláveis:
Reciclagem são técnicas de reaproveitamento de uma parte do lixo, que começa a ser vista como uma de suas destinações mais adequadas.
O que pode ser reciclado?
Papel, papelão, plástico, vidro, alumínio, latas, metais e restos de alimentos. A principal vantagem da reciclagem é a economia dos recursos naturais e de energia e a diminuição do lixo e da poluição.
Rejeitos:
Refere-se ao tratamento dado aos diversos tipos de lixo gerados nos ambientes dos estabelecimentos de saúde, ou seja, se há separação do lixo de maneira organizada e seletiva, como:
Coleta seletiva de rejeitos perfurocortantes (seringas, agulhas, frascos utilizados para exames)
Coleta seletiva de lixo contaminado (ataduras e curativos)
Coleta seletiva re rejeitos radioativos (pilhas e baterias)
Coleta seletiva de resíduos químicos (reagentes e medicamentos)
Coleta seletiva de resíduos biológicos (cultura, tecidos e órgãos)
Essas iniciativas visam disseminar a importância da preservação da natureza para o futuro do planeta e conquistar as crianças e os jovens como aliados na promoção de atitudes ambientalmente afirmativas que devem começar dentro de casa. As escolas precisam abraçar essa causa com grande dedicação.

Capítulo II – O Papel
2.1 – A História do Papel

Hoje em dia, praticamente qualquer árvore pode ser utilizada para produzir a celulose. E a presença do papel no nosso dia-a-dia é tão marcante que seria impossível imaginar a vida sem ele.
Mas nem sempre foi assim. Antes da invenção do papel, o homem teve que usar muita criatividade para se expressar por meio da escrita. Na índia, por exemplo, eram utilizadas folhas de palmeiras. Os esquimós usavam ossos de baleia e dente de foca. Na China, os livros eram feitos com conchas e cascos de tartaruga.
Tudo começou a mudar quando os egípcios inventaram o papiro e o pergaminho, por volta de 2200 a. C. Por sinal, a palavra papel é originária do latim papyrus, nome dado a um vegetal da família Cepareas, uma planta aquática existente no delta do Nilo. O mais interessante é que os egípcios consideravam essa planta sagrada, porque sua flor lembrava os raios do Sol. Divindade máxima para esse povo.
Produção artesanal
O processo de produção do papiro é relativamente simples. Primeiro, corta-se o miolo do talo da planta em finas lâminas. Depois de secas em um pano, as lâminas são mergulhadas em água com vinagre, onde permanecem por seis dias para eliminar o açúcar. Novamente secas, elas são colocadas em fileiras horizontais e verticais, umas sobre as outras. Na seqüência, esse material é colocado entre dois pedaços de tecido de algodão e vai para uma prensa por mais seis dias. Com o peso, as finas lâminas se misturam e formam um pedaço de papel amarelado, pronto para ser usado.
Na verdade, o pergaminho era muito mais resistente, pois se tratava de pele de animal, geralmente carneiro, bezerro ou cabra, e tinha um custo muito elevado. Muito da história do Egito foi transmitida pelos rolos de papiro encontrados nos túmulos dos nobres faraós. O mais incrível é que, apesar de sua aparente fragilidade, milhares desses documentos chegaram legíveis e em bom estado até os dias de hoje.
Mas o papel tal como o conhecemos hoje, teve origem na China: misturando cascas de árvores e trapos de tecidos. Depois de molhados, eram batidos até formarem uma pasta. Esta pasta, depositada em peneiras para escorrer a água, depois de seca tornava-se uma folha de papel.
Ainda hoje os trapos de algodão e linho são utilizados por alguns países na fabricação de papeis resistentes, como o papel-moeda.
Os árabes assimilaram a técnica e a espalharam na Península Ibérica, quando a conquistaram (aproximadamente 1300) Os demais países europeus só a conheceram por volta dos séculos XIII e XIV.
Graças ao trabalho de copiar manuscritos, na Idade Média, em formas artesanais de papel, foi possível conservar os mais importantes registros da história da humanidade até então. Com a invenção da “imprensa”, permitindo a impressão por linotipos em papel, a disseminação da informação passou a ser muito mais veloz e acessível a todos, e a Revolução Industrial impulsionou ainda mais essas mudanças; hoje o papel talvez seja o produto mais corriqueiro.