Plano Gestão 2007 /2010
"Sintese"

Objetivos da escola com base na Proposta Pedagógica

I – IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR

1. Nome: E.E.JOÃO BAPTISTA MARIGO MARTINS
Endereço: ESTRADA DO PEDROSO 3889 Bairro: JARDIM RIVIERA
Município STO ANDRÉ - Estado SÃO PAULO
CEP- 09133-000 - Telefone: 4453 1733 – 4455 7930 Fax:4453 1733
CNPJ: 50.179.340/0001-08 Nº. do CIE: 00863 Nº. da U.A: 44282
Criação: Decreto 7991/76 – 05/06/76 - Decretos de mudança de denominação :
•  Decreto nº 7991/76 – 05/06/76 (E.E.P.G. “Parque Florestal”);
•  Lei Estadual nº 3.321/82 – 27/05/82 – D.O.E. 28/05/82 (E.E.P.G. “João Baptista Marigo Martins”);
•  Resolução nº 33 – 15/02/95 (E.E.P.S.G. “João Baptista Marigo Martins)
•  Decreto 44.449 de 24/11/99 - (E.E. João Baptista Marigo Martins)

2. ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA - NÍVEIS E MODALIDADES DE ENSINO
•  Ensino Fundamental - Ciclo I - 1ª à 4ª série - Ciclo II - 5ª à 8ª série •  Ensino Médio •  Educação de Jovens e Adultos (Ensino Fundamental e Médio).
PERÍODOS E HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO
Manhã: 07:00 às 12:20 h.
Tarde: 13:00 às 18:20 h.
Noturno 19:00 às 23:00 h.
3. EQUIPE DE GESTÃO:
Diretor: Joaquim Luiz Nogueira (2004 -2008)
Diretor: 2009 (..........................................)
Vice – Diretor: (1º): Andréia Cangane Alves
Vice – Diretor: (2º): Luis Alberto Chagas
Professor Coordenador Pedagógico do Diurno ENS.Fund: Luis Erivaldo de Souza Melo
Professor Coordenador Pedagógico do Diurno e Noturno ENS.Médio: Rosangela Rosa
Professor Coordenador Pedagógico do Diurno ENS.Fund ciclo I: Rosilda Campos

II – CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE ESCOLARA - APRESENTAÇÃO DA ESCOLA REVELANDO SUAS CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS
A.1. – Histórico: criação, patrono, localização, (importância para a comunidade).


João Baptista Marigo Martins era um grande bailarino de salão, adorava dançar, gostava de Carnaval, saía em corsos, nos carros de confetes. Era convidado pelas meninas para bailinhos pelo seu jeito divertido, fazia sucesso em todos os encontros sociais.
João Baptista Marigo Martins faleceu num 7 de abril, véspera do aniversário da cidade de Santo André, em 1973, tinha 72 anos. Literalmente, no dia seguinte, 8 de abril, os desfiles de aniversário de Santo André não tiveram o mesmo brilho.

Ele era farmacêutico na profissão se revelou um homem bom, piedoso, apaixonado pelo que fazia, veio do Interior do Estado, nasceu em Rio Claro, a 14 de novembro de 1903, filho de Vicente Martins e de Antonia Marigo Martins. Fez o primeiro preparatório para a escola de farmácia e odontologia em Jaú, no curso do professor Francisco Antonio de Miranda. Trabalhou em Pirajuí, na farmácia São Sebastião, do farmacêutico Carcez, trabalhou em Jaú, na farmácia Italiana. João Baptista Marigo Martins veio para São Paulo estava resolvido a ser farmacêutico, sempre trabalhou no ramo e, em 1921, obteve o certificado de oficial de farmácia pelo Serviço Sanitário do Estado.Com 19 anos, João Baptista Marigo Martins fez exame de admissão e foi aprovado para cursar a Escola de Farmácia e Odontologia de Pindamonhangaba. Formou-se em 1925, no mesmo ano associou-se em Santo André com o farmacêutico Zeferino Chaves, proprietário da farmácia de Santo André. No ano seguinte, 1926, João Baptista Marigo Martins estabeleceu-se em Santo André, com a farmácia Martins. Era o início de uma longa carreira de farmacêutico na cidade, aqui, posteriormente, Martins iria adquirir as farmácias Luso-brasileiras e Oswaldo Cruz. Formaria a firma J.B. Marigo Martins & Cia. Ltda.
A foto, de março de 1931 mostra a segunda farmácia de Martins em santo André, na Fernando Prestes, 26 – a primeira farmácia funcionou na própria via, então com o nome de Oliveira Lima, onde está hoje estabelecimento dos Galuzzi. João Baptista Marigo Martins, faleceu 07 de abril de 1973 aos 70 anos tendo deixado a viúva Alice Martins e duas Filhas Marilena Martins e Marilia Martins, além de netos.
A escola aparece como único recurso cultural e de lazer do bairro. Nas Imediações contamos com uma reserva florestal (recanto Arco-Íris, parque do Pedroso e uma parte da Represa Billings), por situarmo-nos em área de manancial.

A.2. – Prédio Escolar: data da construção, numero de salas, ambiente pedagógico e administrativos;
O prédio é conservado, tendo 21 anos de funcionamento, é composto de 67 compartimentos, e tem 3 turnos de funcionamento.Contém 20 salas de aulas, sendo 6 normais e 04 adaptadas na parte inferior, 01 pátio interno, 02 banheiros para serventes, cantina com dispensa, um banheiro feminino e e um masculino para alunos, 01 cozinha para professores e serventes, 01 sala de Educação Física, 01 cozinha para merenda com dispensa, 01 banheiro para merendeiras, 01 biblioteca adaptada.Na parte superior temos, 10 salas de aula, 01 sala para os professores coordenadores, 01 sala de professores, 01 secretaria, 01 sala para matérias da secretaria, 01 sala para diretoria e um laboratório de informática, 02 banheiros masculinos e 02 femininos para os professores e a sala multi-uso.
A.3. – Recursos físicos e pedagógicos: equipamentos/materiais pedagógicos e administrativos. (os principais); A escola conta com uma grande quantidade de recursos materiais e pedagógicos, entre eles:
•  Flanelógrafo; •  Mimeógrafos; •  Quadra; •  Aparelho de Videokê; •  Microscópios Manuais e Digitais; •  Câmera Fotográfica Digital; •  Câmera Filmadora;•  TV (14” , 29”) •  Aparelhos de som CD; •  Aparelhos de DVD; •  Mapas Diversos;•  Globos Terrestres; •  Esquadros/réguas e compasso de madeira;•  Materiais de Educação Física; •  Esqueleto Humano; •  Torso Humano Bissexual; •  Retroprojetor / projetos de slides; •  Flip-Shart; •  Episcópio; •  Pirógrafo; •  11 micro-computadores para uso dos alunos na SAI; •  01 micro-computador para uso da Sala de Recursos; •  01 micro-computador para uso da Biblioteca; •  Kits de laboratórios: Física, Química e Biologia; •  Fanfarra; •  Teclado; •  Violão; •  Mesa de Som com caixas acústicas completo: •  CD's Rom de diversas disciplinas; •  Fitas de vídeo diversas; •  Livros paradidáticos; •  Letras móveis; •  Data-Show •  Tela Projetora •  Jogos pedagógicos

B – LINHAS BÁSICAS DO PROJETO PEDAGÓGICO DA ESCOLA
Nosso projeto pedagógico possui como linhas básicas:
a) A construção de um ambiente educativo onde todos possam aprender e vivenciar valores como respeito, alegria, amizade e solidariedade;
b) A prática pedagógica com ações planejadas a partir de registros diários na sala de aula, com objetivos que os alunos aprendam e desenvolvam o desejo de aprender cada vez mais e de forma autônoma. Portanto, passamos a observar de perto com relatórios a cada aula, assim, diagnosticamos, conhecemos, compreendemos suas diferenças e mostramos interesses por eles. A idéia é conhecer suas dificuldades e incentivar as suas potencialidades;
c) O processo de avaliação e de autoavaliação de todos os envolvidos, isto é, a preocupação do acompanhamento dos alunos em seus rendimentos escolares, mas com o conhecimento de seus limites, já que suas famílias, devido ao baixo grau de escolaridade da maioria deles, não conseguem perceber as deficiências na aprendizagem dos seus filhos, exigindo da escola uma participação maior junto a estas famílias. Assim, nosso projeto pedagógico permite acompanhar diariamente os alunos com relatórios elaborados pelos professores em sala de aula, melhorando e agilizando a comunicação para que ela chegue à gestão, a coordenação e as famílias antes do final do bimestre, facilitando as intervenções pedagógicas. No final de cada bimestre, o conselho de classe define e cria uma lista dos alunos que não conseguiram sucesso e os procedimentos para o bimestre seguinte com metas a serem atingidas, incluindo também novos projetos e melhoria do espaço de aprendizagem com uso de ferramentas tecnológicas.
d) Construção de uma gestão escolar democrática, que compartilhe informações e decisões, preocupada com a qualidade do ensino e a relação custo benefício, trabalhando com transparências dos resultados pedagógicos e de gastos das verbas públicas para a comunidade, indicando onde e como são aplicados os recursos públicos. Fortalecendo em nosso projeto pedagógico a participação dos pais em reuniões pedagógicas, festas, exposições, apresentações dos alunos, voluntariado e parcerias;
e) A formação de condições de trabalho dos profissionais da escola para que possam corresponder aos objetivos do projeto político-pedagógico da escola, fazendo com que concretizem os princípios educativos a partir da sala de aula, da vivencia entre os alunos e funcionários com atitudes corretas e respeitosas no cotidiano da escola. Para isso, a formação continuada de todos os envolvidos no processo de ensino aprendizagem torna-se uma meta da gestão escolar;
f) A manutenção dos ambientes físicos escolares arejados, limpos e organizados, isto é, conservando-os de forma agradável, com flores, árvores e jardim também faz parte de nosso projeto pedagógico. Assim como o cuidado com o aproveitamento dos espaços existentes de forma que seja flexível e em condições suficientes para o ensino aprendizagem, atentando para a disponibilidade do material, espaço ou equipamento para quando dele necessite ou mesmo na adequação destes materiais a prática pedagógica, garantindo boas condições de uso, conservação e organização;
g) O maior desafio de nosso projeto político pedagógico torna-se a garantia de acesso, permanência e o sucesso dos mesmos na escola. A cada bimestre, principalmente no curso Noturno e no EJA, estamos perdendo os alunos para a evasão escolar e sabemos que as razões são diversas, entre elas a necessidade de estudar e trabalhar em horários e locais distantes, somados ao cansaço do dia-a-dia e de transporte.

C – DESCRIÇÃO ANALÍTICA DOS PRINCIPAIS PROCESSOS DE GESTÃO, SEUS DESAFIOS E RELAÇÃO ENTRE ESTES E OS RESULTADOS DOS ALUNOS
Podemos analisar as formas de gestão como integradoras do processo de administração escolar, embora às vezes até pensamos nelas de forma separada, mas, pertencem a um conjunto de ações que construímos com a participação de toda a comunidade escolar, ou seja, são partes que se complementam em nosso projeto político-pedagógico e oferecem as condições para o sucesso de nossos alunos.
A gestão de resultados oferece os diagnósticos para que possamos trabalhar com a nossa comunidade escolar e ao mesmo tempo, repensar o nosso projeto pedagógico, nossas falhas, pontos positivos e negativos. Entre os desafios desta gestão está a qualidade do nosso ensino, as classes e períodos com problemas de aprendizagem, freqüência, evasão, níveis de satisfação dos alunos, pais, professores e funcionários.
Na gestão participativa, os órgãos colegiados como conselho escolar, associação de pais e mestres, grêmio estudantil, parcerias com associações de bairro, profissionais liberais e outras instituições podem ajudar no projeto pedagógico da escola com uma participação efetiva, atuando na construção de uma escola que tenha como desafio ser mais integradora, organizadora, solidária e comunicativa com sua comunidade escolar.
Na gestão pedagógica, os processos e as práticas possuem como desafios a contextualização, isto é, de um lado, os diversos interesses e necessidades dos alunos, comunidade escolar e do outro, o projeto pedagógico, as diretrizes, orientações curriculares nacionais e estaduais. Diante destes elementos, esta gestão deve se orientar acompanhando as melhorias da aprendizagem, suas inovações, planejamento, organização e inclusão, para que atendam os avanços científicos, tecnológicos e culturais da sociedade em que estão inseridos.
A gestão de pessoas envolve o compromisso dos profissionais da escola, dos pais e dos alunos com o projeto pedagógico da escola. Aqui o desafio se encontra na construção de um clima organizacional, para que o cotidiano escolar se transforme num lugar de formação continuada de todos a partir das necessidades apresentadas para se chegar aos princípios que contam no projeto pedagógico da escola. A busca de conhecimentos, habilidades e atitudes requeridas a partir dos problemas que surgem no dia-a-dia, assim como a valorização e o reconhecimento do trabalho e do esforço para melhorias da qualidade do ensino, também se tornam grandes desafios desta gestão.
Assim, na gestão de serviços e recursos, o desafio se encontra em reconhecer os processos e práticas que foram eficientes e eficazes, garantindo o apoio de recursos físicos, materiais e financeiros.

C. 1. – GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS

Avaliação dos resultados obtidos pela escola, ou seja, o quanto ela consegue assegurar o acesso, a permanência e o sucesso escolar.
•  Avaliação do trabalho desenvolvido pela escola.
•  Utilização dos dados para reorientar as atividades.
Podemos dizer que a gestão de resultados em nossa escola oferece os diagnósticos para que possamos trabalhar com a nossa comunidade. Na gestão participativa, os órgãos colegiados como conselho escolar, associação de pais e mestres, grêmio estudantil, parcerias com associações de bairro, profissionais liberais e outras instituições nos ajudam no projeto pedagógico da escola com uma participação efetiva e eficaz. Também, o compromisso dos profissionais da escola, dos pais e dos alunos com o projeto pedagógico, assim como o reconhecimento pela gestão de serviços e recursos no apoio das práticas eficazes na escola.
•  Análise sistemática dos resultados das avaliações dos alunos.
•  Utilização dos dados para replanejar e corrigir rumos.

Conseguimos evoluir no Ensino Fundamental e conservar uma média no Ensino Médio. Para isso, trabalhamos com diagnósticos e gráficos do acompanhamento bimestral nos últimos anos, com interferências de projetos de reforço e de monitoria de aprendizagem.

Em nossa escola podem ser descritas a partir de ações realizadas durante os anos letivos (2004 – 2005 -2006), mas, podemos nos orientar pela participação da comunidade escolar junto à escola no ano letivo de 2006, isto é, quando alunos e professores entregaram uma relação de itens que dificultavam o processo de ensino-aprendizagem na escola, assim como, também apontaram progressos e avanços em relação aos anos anteriores. De posse deste material, passamos à avaliação do projeto pedagógico , isto é, incorporando ao mesmo novas metas a partir desta consulta aos alunos, professores e a comunidade, resultando em uma reflexão sobre o que já conseguimos realizar e ao mesmo tempo, estabelecendo novos projetos de trabalho a partir das reivindicações da comunidade escolar. Esta avaliação do projeto pedagógico com os itens positivos e negativos estão disponíveis no site da escola e nas reuniões de planejamento e replanejamento.
•  Identificação junto aos alunos das razões da freqüência irregular às aulas.
•  Medidas adotadas para regularizar a freqüência/faltas.
A escola se empenha bimestralmente na construção de gráficos de desempenho dos alunos por série e por ciclo nos últimos 3 anos, diagnosticando os picos de baixo rendimento escolar e intervindo com ações sobre as taxas de fraco rendimento escolar, principalmente no ano de 2006, quando convidamos os alunos para participar do processo, apontando as dificuldades que tinham para apresentarem notas melhores nos bimestres, assim, o abandono das aulas por várias razões, também aparece nos gráficos de rendimentos anuais. Nas avaliações externas do Saresp em 2004 e 2005, conseguimos conservar uma média de 55% dos alunos com notas satisfatórias nos dois anos, o mesmo não aconteceu com as 7ª e 8ª séries ou com o Ensino Médio.
A freqüência escolar , além dos registros de chamadas dos diários de classe dos professores, adotamos uma outra folha de registro de presença do aluno, esta circula todos os dias e em todas a classes com medição da freqüência inicial e final de cada dia de aula, assim, os pais e a gestão da escola também acompanham as ausências dos alunos, quando estes circulam no espaço escolar, ou seja, está na escola, mas não entrou na aula. Após cada semestre, a escola faz gráfico de freqüência dos alunos e as possíveis intervenções.
Podemos afirmar que o uso dos resultados de avaliação em 2006, isto é, as notas bimestrais e as médias anuais dos alunos, uma vez transformada em gráficos para análise, as mesmas são arquivadas na escola e disponibilizada no link de desempenho escolar no site da escola, onde cada ano letivo conserva seus dados para a consulta no ano seguinte, assim a comunidade escolar e os novos professores que chegam à escola possuem um banco de dados para a consulta dos índices de avaliação nos anos anteriores. ( veja em www.joaobaptista.com.br/desempenhoescolar ).
A satisfação dos alunos, pais, professores e demais profissionais da escola , em relação à gestão, as práticas pedagógicas e aos resultados da aprendizagem em 2006, podem ser comprovados pela participação de representantes de todos os seguimentos citados acima nos projetos da escola, entre os mais importantes, podemos citar neste momento, o projeto de voluntariado da escola, que teve início em 2004/2005 e no ano de 2006, tivemos a participação de pais, alunos, professores, ex-alunos e psicólogas que atuaram de diversas formas junto a escola. Podemos citar os alunos monitores, que fora do período de aula ajudaram os professores de Português e Matemática, tirando as dúvidas dos alunos de 5ªséries, assim como, a professora do ciclo I, que trabalhava fora do período, alfabetizando alunos da 5ª série ou ex: alunos que voltaram para escola para auxiliar a gestão escolar na digitação de relatórios pedagógicos. Assim, contamos também com psicólogas que uma vez por semana, trabalhava a sexualidade com os adolescente de 5ªsérie e outra, que uma vez por mês atendia clinicamente os alunos e mães carentes da comunidade escolar.
Quanto a transparência de resultados , nossa escola possui um banco de dados de acompanhamento dos alunos de forma bimestral e anual, onde arquivamos em apostilas e pastas todo o processo de ensino aprendizagem dos alunos, assim como o desempenho escolar por tipo de ensino divulgado no site da escola.

C. 2. – GESTÃO PARTICIPATIVA

Avaliação do envolvimento da comunidade escolar na tomada de decisões, a real participação nos Conselhos de Classes/Série; Conselho de Escola, APM, Grêmio Estudantil, verificando também o grau de socialização das informações. Abrange processos e práticas que respondam ao princípio da gestão democrática do ensino público. São destacados como indicadores de qualidade: o planejamento e a avaliação do projeto pedagógico e dos planos de ação da escola, de forma participativa; a atuação de órgãos colegiados – conselhos escolares, APMs, grêmios estudantis e outros; o estabelecimento de articulações e parcerias; e a utilização de canais de comunicação com a comunidade escolar.
A – Análise da participação dos pais e da comunidade escolar na elaboração da Proposta Pedagógica da Escola.
•  Levantamento das expectativas dos pais e alunos com relação à escola;
•  Utilização dos dados para melhorar o atendimento dessas expectativas.
A construção anual do projeto pedagógico envolve todos os segmentos da comunidade, expressando os valores e as necessidades da escola, com metas e estratégias da escola enquanto construção de um ambiente educativo que ultrapasse os muros da escola. Nossa meta enquanto projeto pedagógico tem como tema: Comunidade, escola e parcerias – um encontro pela informação e o aprendizado.
Nossos planos de ações e práticas pedagógicas são acompanhadas a cada bimestre, com a participação dos alunos e os seus responsáveis, registrando de forma escrita às dificuldades dos alunos e como a família poderá participar para melhoria dos mesmos junto à escola. Assim a Avaliação participativa de alunos e suas famílias junto aos professores, coordenação pedagógica e a gestão escolar, faz com que as velhas metodologias de ensino sejam repensadas diante dos novos desafios de trabalhar para que todos aprendam a conviver em sociedade, já que estamos em um bairro de muita carência de emprego e um perfil sócio econômico complexo, segundo uma pesquisa feita pelos próprios alunos da escola em 2006 em parceria com a Ong Ecoar.
B – Participação dos diferentes segmentos da comunidade escolar em seus órgãos colegiados e processos decisórios da escola;
Identificação das razões da participação ou não da comunidade escolar;
Utilização dos dados para melhorar / otimizar a participação.
As atuações de nossos órgãos colegiados se destacam junto à gestão e a comunidade, principalmente o Grêmio Estudantil, que organiza junto com a escola a festa junina, administra a rádio da escola e as atividades com o multimídia para os alunos. Nossa APM e Conselho de Escola se reúnem uma vez por semestre para ajudar a gestão junto as normas de convivência da escola, convocando as famílias e alunos com problemas de indisciplina para traçar novas formas de trabalhar com os mesmos. Assim como gastar as verbas recebidas pela escola.
C - Divulgação do Regimento Escolar, das normas legais e de convivência, que orientam os direitos e deveres dos professores, funcionários, pais e alunos.
•  Verificação do nível de conhecimento desses documentos;
•  Utilização dos dados obtidos para melhorar o índice de conhecimento/ divulgação.
A construção anual do projeto pedagógico envolve todos os segmentos da comunidade, assim como a divulgação e conhecimento das normas legais e de convivência são aferidas, através da participação desses segmentos. Nesta U.E. fixamos normas de convivência na escola para melhorar o relacionamento entre professores e alunos e de conhecimento dos pais.
D - Socialização das informações recebidas nas reuniões/orientações técnicas, bem como ocorrências dos diferentes períodos, com a finalidade de redirecionar os rumos do cotidiano escolar.
•  Levantamento do índice de disponibilização das informações e entendimento por parte dos usuários;
•  Utilização dos dados para atualizar e melhorar a disseminação das informações.
A comunicação e informação na escola a respeito dos planos e realizações da escola e resultado das aprendizagens dos alunos tornou-se um dos objetivos de nosso projeto pedagógico da escola, assim criamos nosso site ( www.joaobaptista.com.br ) da escola, para prestar contas a comunidade e dar transparência da gestão escolar junto a comunidade e aos professores e alunos. Também trabalhamos com registros pedagógicos diários por classe para informarmos aos pais e responsáveis como anda a aprendizagem e o comportamento dos alunos na escola.Como prática de estímulo e apoio aos alunos que participam com a escola ajudando na organização dos alunos , nossa escola trabalha na formação de lideranças, elegendo desde as 5ª séries alunos para atuarem junto a sala de aula como líderes e vice-líderes, assim como incentivando a trabalharem junto aos projetos da escola como o teatro, o coral e o voluntariado. Portanto, nas 8ª séries e no Ensino médio, eles recebem curso na própria escola para tornarem lideres atuantes na escola e na comunidade, oferecendo noções de mercado de trabalho e dicas para entrevistas, o que faz com que ao terminarem o Ensino Médio, tenham sucesso ao conseguir emprego. E como todos os que passaram pela escola como liderança, monitores ou voluntário, já estão empregados ou fazendo curso superior pela empresa que o contratou, a cada ano, temos mais alunos querendo participar na organização da escola e de seus projetos.

C.3. – GESTÃO PEDAGÓGICA
Avaliação do currículo, da aprendizagem do aluno e sua formação geral.
Abrange processos e práticas de gestão do trabalho pedagógico, orientados diretamente para assegurar o sucesso da aprendizagem dos alunos, em consonância com o projeto pedagógico da escola. Destacam-se como indicadores de qualidade: a atualização periódica da proposta curricular; o monitoramento da aprendizagem dos alunos; o desenvolvimento da inovação pedagógica; as políticas de inclusão com eqüidade; o planejamento da prática pedagógica; e a organização do espaço e tempo escolares.

A - Avaliação das competências desenvolvidas pelas áreas do currículo, tendo como referência os PCNs.
•  Identificação das formas de registro e dos critérios de avaliação;
•  Utilização dos dados para aprimoramento do processo de avaliação.
Nossa Proposta curricular se contextualiza a partir de uma leitura bimestral, semestral e anual do desempenho de nossos alunos, assim em cada planejamento anual e replanejamento, trabalhamos as dificuldades de nossa clientela, atualizando nossa proposta curricular em consonância com o projeto pedagógico da escola e de diretrizes e orientações curriculares nacionais e Estaduais, bem como, com os avanços científicos, tecnológicos e culturais da sociedade atual. Portanto, em 2005, o colegiado investiu parte da verba do dinheiro direto na escola, para adquirir um projetor multimídia e em 2006, uma CPU e um telão para ajudar nas aulas com o multimídia. Assim, os professores passaram a serem mais bem capacitados por esta tecnologia e os alunos também ganharam mais um instrumento de aprendizagem.
•  Não matar aulas; •  Não ficar sem fazer a lição em sala de aula; •  Não sair da sala sem autorização do professor(a);•  Respeitar os horários de entrada, intervalo e trocas de aulas; •  Não participar de brigas, fofocas ou brincadeiras de lutas.•  Não desrespeitar o Professor (a) em sala de aula;•  Trazer materiais básicos para aulas;•  Manter a sala de aula limpa;•  Não usar na sala de aula: celular, walkman, corretivo (branquinho), pinceis atômicos e óculos escuros.
B - Análise do acompanhamento das atividades pedagógicas desenvolvidas pela equipe docente, de modo a garantir a articulação das ações com a Proposta Pedagógica da escola.
•  Identificação da coerência entre as ações realizadas e a Proposta Pedagógica;
•  Utilização de dados para replanejar e corrigir rumos.
O monitoramento da aprendizagem em nossa escola, desde o ano de 2004 e feito bimestralmente, assim construímos gráficos que podem verificar os extremos de não aprendizagem e as classes ou ciclos com avanços.
Quanto à inovação pedagógica em nossa escola em 2006, podemos citar como exemplo o projeto sobre contadores de história, cuja as professoras trabalharam com os alunos de 8ª séries e Ensino médio, cujo objetivo era incentivar o amor à leitura e clareza na sua interpretação, possibilitando seu desenvolvimento em todas as áreas do conhecimento.

Propiciar a difusão de multiplicadores na formação de leitores, gerando elos entre a escola, aluno e família. Contribuir para a formação da cidadania cujo eixo inspirador seja os princípios do voluntariado, consolidando a participação efetiva do jovem na escola reforçando assim a disseminação do protagonismo juvenil.

Nossa escola conta com uma preocupação de inclusão com eqüidade , assim, desde 2005, contamos com uma sala de recurso para atendimento aos alunos com dificuldade de aprendizagem, nesta sala que funciona fora do período de aula em que o aluno está matriculado, eles são trabalhados por uma professora especialista para ensiná-los a conviver e aprender a viver com os demais em atividades diferenciadas como o aprendizado junto a natureza e ao meio ambiente.
C - Avaliação das estratégias utilizadas para verificar o compromisso dos professores com a aprendizagem dos alunos e articulação com as famílias e a comunidade.
•  Desenvolvimento de ações para fortalecer o compromisso/vínculo aluno X professor.
Os planejamentos da prática pedagógica dos professores da escola são construídos de acordo com as metas e reflexões dos conselhos de série e classe, assim como, das reuniões pedagógicas (HTPCS) e reunião com os pais de alunos. Como exemplo de prática pedagógica, temos o projeto sobre “respeitando as diferenças” e “aprendendo na prática” ambos desenvolvidos na escola em 2005 e 2006.
Quanto à organização do espaço e tempo escolares em 2006, além de nossos alunos que estão atuando extra classe como Grêmio, monitores, teatro, coral, voluntários e projetos de parceria, também proporcionamos no ano de 2006 para os nossos alunos as visitas culturais no museu da Estação da Luz, Museu Ipiranga, Pinacoteca, Museu do MAM e visita a orquestra sinfônica do Estado de São Paulo.
C.4. – GESTÃO DE PESSOAS
Avaliação do compromisso dos gestores, professores e funcionários com o Projeto Pedagógico e do desenvolvimento de equipes e lideranças; valorização e motivação de pessoas; formação continuada e avaliação de desempenho.
Abrange processos e práticas de gestão, visando ao envolvimento e compromisso das pessoas (professores e demais profissionais, pais e alunos) com o projeto pedagógico da escola. São considerados indicadores de qualidade: a integração entre profissionais da escola, pais e alunos; o desenvolvimento profissional contínuo; o clima organizacional; a avaliação do desempenho; a observância dos direitos e deveres; e a valorização e o reconhecimento do trabalho escolar.
A - Avaliação das ações voltadas para a integração entre os profissionais da escola, pais e alunos.
•  Identificação das ações para fortalecer o vínculo aluno X professor e desses com a comunidade.
A visão compartilhada entre os profissionais da escola, pais e alunos, desenvolvimento profissional e clima organizacional podem ser demonstrados a partir de uma concepção educacional voltada para o projeto pedagógico da escola, que no ano de 2006 criou além dos HTPCs, novos projetos para capacitar alunos, voluntários e professores, assim, os mesmos podem continuar apoiando e participando dos projetos da escola como o teatro, o coral, a monitoria e o voluntariado. No final de 2006, os professores organizaram um fórum na escola para discutir a educação e a aprendizagem na escola, assim como, criamos novos incentivos para oferecer aos alunos que se destacaram em iniciativas e criatividade no ano de 2006.
B - Avaliação das ações de formação continuada em serviço e troca de experiências vivenciadas.
•  Utilização dos resultados para melhorar o trabalho desenvolvido em HTPC e outros momentos da escola.
A avaliação do desempenho na escola é contínua, usamos gráfico de desempenho anuais e bimestrais como os exemplificados no anexo 2a, assim como, estabelecemos metas e intervenções ao longo dos bimestres, atuando junto as famílias com orientações e conscientização do processo de aprendizagem de cada aluno que na sua classe possui uma nota bimestral abaixo da média de sua classe, ou seja, fica com nota insuficiente em mais de 3 disciplinas.
C - Avaliação de práticas de valorização e reconhecimento do trabalho da equipe escolar.
•  Implementação de práticas regulares de valorização das pessoas e incentivo a elas, no sentido de melhorar a qualidade de ensino.
A valorização e o reconhecimento das práticas dos professores e demais profissionais da escola são valorizadas pela comunidade escolar, alunos e gestão escolar, principalmente quando recebemos maior participação dos pais junto ao nosso trabalho educacional, assim como, nos projetos que visam acompanhar as diretrizes do projeto pedagógico da escola, que busca melhorias na qualidade de ensino e o desenvolvimento de uma cultura de paz, voluntária e participativa dos problemas de nossa comunidade a partir da escola.
C.5. – GESTÃO DE SERVIÇOS DE APOIO, RECURSOS FÍSICOS E FINANCEIROS
Avaliação do atendimento ao público, da manutenção do prédio, dos equipamentos, bem como da utilização e da aplicação dos recursos financeiros.
Abrange processos e práticas eficientes e eficazes de gestão dos serviços de apoio, recursos físicos e financeiros. Destacam-se como indicadores de qualidade: a organização dos registros escolares; a utilização adequada das instalações e equipamentos; a preservação do patrimônio escolar; a interação escola/comunidade e a captação e aplicação de recursos didáticos e financeiros .
A - Avaliação da prestação de serviços à comunidade, quanto ao atendimento, à atualização da documentação e escrituração da vida dos escolares.
A documentação e os registros da escola são organizados de forma que a vida dos alunos se apresentem sempre atualizada em seus prontuários e históricos. A comunidade escolar tem bimestralmente a divulgação em suas mãos das notas e faltas dos alunos em forma de boletins, assim como as avaliações bimestrais elaboradas pelos alunos.
B - Avaliação da utilização dos recursos didáticos disponíveis nos espaços pedagógicos da escola.
•  Salas ambientes; •  Sala de vídeo; •  Sala de leitura; •  SAI; •  Laboratórios; •  Outros.

C - Preservação do patrimônio escolar; espaços; instalações; equipamentos; materiais pedagógicos.
•  Identificação de ações que favoreçam a conservação, manutenção e a utilização pela comunidade (Escola da Família entre outros).
As utilizações das instalações são apropriadas para acompanhar o projeto pedagógico da escola, em 2006 usamos recursos tecnológicos para desenvolvermos melhor o site da escola, assim como, para construção de gráficos de acompanhamento do rendimento escolar anual e bimestral e o uso de projetor multimídia para aprendizagem dos alunos e capacitação dos professores.
A preservação do patrimônio escolar faz parte das normas de convivência da escola, regimento escolar e de projetos de melhoria da qualidade de ensino e do ambiente escolar. Assim, em 2006, continuamos com o projeto de jardinagem e com campanhas educativas junto aos alunos para preservação do prédio escolar. Conseguimos substituir todas as cortinas das salas por tecidos novos e colocar espelhos e papel higiênicos nos banheiros feminino e masculino dos alunos.
D - Aplicação dos recursos financeiros da escola, planejamento, acompanhamento, prestação de contas e avaliação do uso dos recursos financeiros, considerando a Proposta Pedagógica e os princípios da gestão pública.
•  Identificação de ações que contribuam para a transparência dos procedimentos.
Quanto à captação de recursos e as formas buscadas em nossa escola para melhorar a realizações dos projetos pedagógicos existentes em 2006, podemos citar a inscrição de dois projetos nossos, o de monitoria de aprendizagem e o de teatro, que junto a outros projetos da diretoria de Santo André, concorreram a verba oferecida pela SENP aos projetos que se enquadrassem como modelo escolhido para receber uma verba de implementação. E desta forma nosso teatro recebeu um apoio financeiro para atualizar o seu trabalho na escola.
A gestão dos recursos financeiros são planejadas pela equipe de gestão da escola com o objetivo de que todos possam acompanhar os gastos das verbas e suas aplicações, assim a cada ano letivo, todos os valores recebidos pela escola são disponibilizados no site ( www.joaobaptista.com.br/paginajoaofinanca2006 ) da escola no link de dados financeiros. Desta forma podemos analisar com os professores e a comunidade como estamos investindo os nossos recursos financeiros a cada ano letivo.
No Enem 2006, 54 alunos prestaram a Prova entre alunos do EJA e do curso Regular, permanecendo com média de prova e redação 37%, 2 pontos abaixo da média estadual e Brasil. Portanto, trata-se de um número pequeno de alunos em relação aos que não foram fazer a prova.

Avaliações internas e formas de acompanhamento por bimetre




III - OBJETIVOS DA ESCOLA

•  Finalidade/ Missão (Razão de ser)
Construção de um ambiente educativo onde todos possam aprender e vivenciar valores como respeito, alegria, amizade, solidariedade e que garanta a construção de uma gestão escolar democrática, que compartilhe informações e decisões visando a qualidade do ensino.

•  Objetivo/ Visão (Situação futura desejada)
A formação de condições de trabalho dos profissionais da escola para que possa corresponder aos objetivos do projeto político pedagógico da escola, fazendo com que concretizem os princípios educativos a partir da sala de aula, da vivencia entre os alunos e funcionários com atitudes corretas e respeitosas no cotidiano da sala.
•  Definição das metas e ações a serem desencadeadas
•  Plano de Ação para a melhoria da escola e sua gestão
Planilha 1 : Prioridade ou Problema; Objetivos; Metas ou Resultados Esperados; Ações
Planilha 2 : Ações; Período; Disciplinas; Público Alvo; Responsáveis; Resultados/Avaliação

IV – PLANO DE CURSO DO ENSINO MÉDIO
•  Plano de estágio profissional.
Cabe a instituição de ensino acompanhar, orientar e avaliar o estágio, visando a complementação do ensino e da aprendizagem.
V – PLANOS DE TRABALHO DOS DIFERENTES NÚCLEOS
•  Núcleos de direção (Diretor e Vice-diretor);
A direção da Escola exerce suas funções objetivando garantir:
- a elaboração e a execução da proposta Pedagógica;
- a administração do pessoal e dos recursos e dos recursos materiais e financeiros;
- cumprimento dos dias letivos e horas aulas estabelecidos;
- a legalidade, a regularidade e a recuperação da aprendizagem de alunos;
- os meios de reforço e a recuperação da aprendizagem dos alunos;
- a articulação e a integração da escola com a família e a comunidade;
- as informações aos pais ou responsáveis sobre a freqüência e o rendimento dos alunos, bem como sobre a execução da proposta pedagógica;
- a comunicação ao Conselho Tutelar dos casos de maus tratos envolvendo alunos, assim como de casos de evasão escolar e de reiteradas faltas, antes que estas atinjam o limite de 25% das aulas previstas e dadas.
•  Técnico pedagógico (Professor Coordenador e Coordenador de estágio);
O núcleo técnico-pedagógico tem a função de proporcionar apoio técnico aos docentes e discentes, relativo a:
I – elaboração, desenvolvimento e avaliação da proposta pedagógica;
II – coordenação pedagógica:
- prestando assistência técnico-pedagógica aos docentes visando assegurar a eficiência e a eficácia do desempenho dos mesmos.
- coordenar o desenvolvimento dos projetos especiais implantados na escola.
- assessorar nos trabalhos dos conselhos de série e ou de classe.
- incentivar a utilização de materiais didático-pedagógicos

Parágrafo Único: O núcleo técnico-pedagógico possui o coordenador de série e classe.
•  Técnico administrativo (Secretário, Agentes de Organização Escolar e outros);
O núcleo administrativo tem a função de dar apoio ao processo educacional, auxiliando a direção nas atividades relativas a:
I – documentação e escrituração escolar e de pessoal;
II – organização e atualização de arquivos;
III – expedição, registro e controle de expediente;
IV – registro e controle de bens patrimoniais, bem como de aquisição, conservação de materiais e de gêneros alimentícios;
V – registro e controle de recursos financeiros.
Parágrafo Único – Integram o núcleo administrativo, o secretário, o oficial de escola e o oficial administrativo.
•  Operacional (Agentes de Serviços Gerais, Zelador);
I – Manter-se atento e vigilante durante os períodos em que estiver na escola;
II – Zelar pelo patrimônio e pelas áreas adjacentes da Unidade Escolar em dias normais e quando da realização de atividades comunitárias evitando incursões de vândalos ou qualquer pessoa perniciosa no recinto escolar;
III – Conservar em seu poder as chaves que permitam abrir e fechar o prédio escolar nos horários estabelecidos pelo Diretor da Escola, percorrendo diariamente as dependências, após o encerramento das atividades.
IV – Dedicar-se exclusivamente, ás atividades próprias de ocupante de zeladoria, nos horários definidos para esse fim.
•  Corpo docente (todos os professores);
Integram o corpo docente todos os professores da escola, que exercem suas funções, incumbindo-se de:
I – participar da elaboração da proposta pedagógica da escola;
II – elaborar e cumprir plano de trabalho;
III – zelar pela aprendizagem dos alunos;
IV – colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.
•  Corpo discente (alunos).
Integram o corpo discente todos os alunos da escola a quem são garantidos o livre acesso às informações necessárias a sua educação, ao seu desenvolvimento como pessoa, ao seu preparo para o exercício da cidadania e a sua qualificação para o mundo do trabalho.
VI – AVALIAÇÃO (CRITÉRIOS PARA ACOMPANHAMENTO, CONTROLE E AVALIAÇÃO)
a) Avaliação institucional (procedimentos internos e externos):
•  Módulo Introdutório;
•  Instrumento de Auto-avaliação do Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar.